domingo, 8 de março de 2009

O papel da INTEGRAÇÃO no início do ano e em momentos de "crise"!

Lendo um artigo sobre os "cronômetros celulares" fiquei surpreso com a afirmação de que "a maioria dos animais passa por ciclos sazonais dramáticos: migram, hibernam, acasalam-se e trocam de pele em determinadas fases do ano", enquanto o "único vestígio de sazonalidade nos seres humanos talvez..." esteja relacionada à depressão que atinge alguns indivíduos que vivem em locais onde o inverno é mais intenso.

Certamente, o artigo ignora a "virada" do ano como um ciclosazonal dramático para as pessoas! (risos)

É comum conversarmos com profissionais no período final do ano, entre novembro e dezembro, e ouvir comentários sobre o cansaço, a pressão e o estresse, decorrentes de um acúmulo de trabalho e reforçado pelas expectativas que envolvem o novo ano que se aproxima, ainda mais quando o cenário se apresenta na forma de crise!

Depois de um breve período de férias (não importa que sejam quatro dias, ou trinta, sempre será um período curto! - rs), a imagem do profissional voltando ao trabalho poderia ser descrita com a de um homem que volta a subir uma montanha, mas encontra pela frente uma avalanche vindo em sua direção. Ele precisa pará-la, mas não sabe ao certo como, e ainda se vê sozinho na imensidão da montanha, nesse retorno à escalada.

Seria engraçado se não fosse trágico. Mas a verdade é que nossas equipes voltam ao trabalho um pouco desconectadas. Tem gente que esquece até a senha do e-mail. Natural, depois de toda a pressão do fim de ano e de um período afastado.

A pergunta é: o que fazer para dar, de novo, o ritmo à equipe? Como oportunizar um alinhamento do foco, dos interesses e ações? Talvez, depois de muitas reuniões, os líderes cheguem à conclusão de que precisamos de uma (re)INTEGRAÇÃO!

Mas como se faz uma integração!? A verdade é que não se trata de uma tarefa tão complicada quanto parece. O primeiro passo éprovocar os participantes para uma reflexão... E então!? Bem, escute o que sua equipe tem a dizer. Faça com que eles ouçam uns aos outros e então, aí sim, você pode estimulá-los a criar novas soluções, a partir do resgate e da valorização das idéias e do potencial da equipe.

A maioria das soluções já está lá... residem em nossas competências e em nosso interesse comum, chamado de sonho! Só precisamos abordar o tema de maneira dinâmica, incentivar a criatividade e estarmos prontos para trabalhar com aquilo que nossa equipe nos retorna como feedback.

E na sua empresa, como vocês fazem? Responda a ENQUETE! COMENTE esta postagem! Trasnforme suas idéias em conhecimento para todos os que lêem esse blog.

 

Nós esperamos nos reinventar junto com vocês neste ano!

 

O jeito é aprender a aprender mais!

Os desafios têm sido cada vez maiores, tanto para nossa equipe, quanto para nossos clientes e parceiros. Todos os dias nos deparamos com equipes que precisam desenvolver novas competências e habilidades. Porém, nosso maior desafio continua sendo a demanda por atitudes mais pró-ativas!

Sem querer parecer óbvio ou pessimista, mas me pergunto às vezes "o que está acontecendo"? Acredito que parte do problema esteja no volume de informação com a que devemos trabalhar hoje em dia! Mas o que dá para fazer, não é verdade? Tudo isso faz parte do nosso presente e, certamente, de nosso futuro.

O que está faltando? É
 "dar um tempo"? Fazer yoga ou correr uma maratona? Sei lá, todos falam da necessidade de fazer algo diferente, de fugir do trabalho, mas muito pouco se tem visto em termos de resultado.
Talvez, somente por um momento, devessemos tentar olhar para a maneira como trabalhamos e pensar:
 "será que existe uma maneira diferente de fazer o que eu estou fazendo!?" Então, quem sabe descobriríamos que ainda podemos nos divertir muito, criar e aprender com cada dia. Sem tanto estresse, discusões ou situações desgastantes.

Podemos aprender tanto em nosso ambiente de trabalho, inclusive nos tornando pessoas melhores. O que falta para você descobrir isso?

A magia de um congresso!

Sou um avesso às "Leis de Murphy", pois acredito que tudo pode dar certo, depende da maneira como você vê as coisas. Isso sem falar que as pessoas, se estimuladas ou livres o suficiente, sempre poderão nos surpreender.

Minha vinda para o CONARH - Congresso Nacional de Recursos Humanos havia sido motivado pela curiosidade sobre as palestras, oficinas e a tão falada feira de negócios. A promessa era completa, com direito à muita inovação, apresentações estonteantes e um verdadeiro aprendizado quântico.

Verdade, volto para casa (apesar da escala no Rio para mais uma edição de "O Aprendiz Electrolux") com uma bagagem extraordinária. Mas não por causa dos standsvisitados, produtos conhecidos ou das palestras assistidas (muito poucas, realmente). O que deu valor à minha estada em São Paulo nos últimos dias foram as pessoas que tive a oportunidade de conhecer neste evento.

Devo dizer que a última palestra, assistida hoje (21/08), com Leonardo Karnal foi estimulante. E que o stand da Milestone trouxe a visão sobre novas oportunidades de negócio e desenvolvimento para a AtoCorp. Mas mesmo assim, foram as pessoas as protagonistas do meu aprendizado nesta oportunidade única que é o CONARH.

Não posso sequer fazer menção a todas essas pessoas, no risco de esquecer de citar qualquer uma delas, todas mais do que "importantes". Elas tiveram impacto em minha vida e carreira.

Pessoas de todos os lugares, estados, culturas e idéias. Isso sim é diversidade. E não aquele conceito enlatado, preso a uma porção de dogmas e parâmetros meramente acadêmicos.

Querem falar de produção colaborativa e compartilhada? Vão a um congresso, peguem seu porta cartões de visita e se preocupem mais em ouvir do que em falar, pois quando você demonstra interesse nas pessoas é que elas lhe darão ainda mais atenção.

Muitas coisas podem ser criticadas neste evento. Desde sua organização (o pessoal de serviços e da estrutura precisam, seriamente, de um trabalho de RH - risos), até sobre uma orientação para os expositores (muito, mas muito brinde e pouca gente para falar dos produtos, inovações e - meu deus - de RH!!!). Mas as pessoas deram um show! Em cada momento, em cada fila para uma nova palestra, ou no dividir a mesa para o almoço, tudo foi de um relacionamento fantástico.

É assim que se faz RH. E é assim que inspiramos pessoas a serem melhores!

Conhecer pessoas... NÃO TEM PREÇO!

Na semana passada comecei uma série de três viagens integradas. Fui à Brasília na sexta à noite para umtreinamento na tarde de sábado, seguindo para São Paulo à noite, onde fico até a próxima sexta-feira, dia 22 de agosto, partindo então para o Rio de Janeiro onde, no sábado (23/08), farei mais uma Dinâmica Lúdicapara a Electrolux. 

Brasília foi uma grata surpresa, depois de 13 anos sem visitar aquela cidade, pude redescobrir sua pitoresca hospitalidade e conheci Lisa, amiga de meu sócio. Uma pessoa fantástica, colaboradora da Embaixada Americana. Divertida e de bem com a vida, fez questão de nos apresentar ao bar "Beirute", um lugar simples, com 40 anos de história.

No sábado à tarde, depois de passar a manhã estudando, tivemos a chance de conhecer 21 profissionais dos Top Services, sendo que três deles já haviam participado da DLno Rio, anteriormente.

Existe uma parte de nosso trabalho que não está descrito nos contratos, ou na nota fiscal.Conhecer essas pessoas, e tantas outras em nossas viagens, como diria a propaganda do MasterCard:NÃO TEM PREÇO!

Em São Paulo, no domingo (17/08), aproveitamos para um rápido passeio cultural, com direito à visita no Museu da Língua Portuguesa e no Museu de Arte Sacra. Vimos, inclusive, uma das freiras mumificadas, encontrada no cemitério do mosteiro.

À noite assistimos à peça "A Mandrágora", inspirada na obra de Maquiavel, do Grupo Tapa, apresentado no teatro Nair Bello. Uma fantástica sátira e crítica social, com a acidez típica dos textos "maquiavélicos" (risos).

Ontem, segunda-feira, foi o dia de visitarmos a Bienal do Livro. Posso dizer que a visita estava mais para uma maratona, tamanho o número destands e corredores. Até, talvez, a alusão devesse ser a de uma "corrida de obstáculos", pelo grande número de pessoas, em sua maioria grupos de escolas, públicas e particulares.
Mas São Paulo vai ficar, mais uma vez, na memória por outras duas pessoas SEM PREÇO que conhecemos. Adriana e Andrew (mãe e filho), acreditem, na fila da projeção do filme sobre a origem da Língua Portuguesa. Foram eles nossos guias para encontrar a exposição de arte sacra. Pessoas incríveis... E ainda dizem que não dá para se divertir e aprender em filas (hahahaha!!!).

Estou "colecionando" novos amigos neste fantástico projeto da Electrolux. E olha que o CONARH começa apenas hoje. Temos ainda três dias de novas amizades pela frente.

A partir dessa noite, acompanhe as notícias do congresso.


Abraços...

Somos todos inquilinos...

Sempre brinco com as pessoas, dizendo que gosto de ser uma referência bibliográfica ambulante!
Não consigo ler ou descobrir algo interessante (informações, dicas, livros e filmes) sem dar um jeitinho de espalhar para pessoas que também possam apreciar.
Por isso, entre uma postagem e outro, gostaria de compartilhar com aqueles que lêem este
 blog o texto extraído, na íntegra, do novo livro que estou lendo de Veríssimo:

 

Inquilinos

 

Ninguém é responsável pelo funcionamento do mundo. Nenhum de nós precisa acordar cedo para acender as caldeiras e checar se a Terra está girando em orno do seu próprio eixo na velocidade apropriada e em torno do Sol, de modo a garantir a correta sucessão das estações. Como num prédio bem administrado, os serviços básicos do planeta são providenciados sem que se enxergue o síndico – e sem taxa de administração. Imagina se coubesse à humanidade, com sua conhecida tendência ao desleixo e à improvisação, manter a Terra na sua órbita e nos seus horários, ou se – coroando o mais delirante dos sonhos liberais – sua gerência fosse entregue a uma empresa privada, com poderes para remanejar os ventos e suprimir correntes marítimas, encurtar ou alongar dias e noites, e até mudar de galáxia, conforme as conveniências de mercado, e ainda por cima sujeita a decisões catastróficas, fraudes e falência.
É verdade que, mesmo sob o atual regime impessoal, o mundo apresenta falhas na distribuição dos seus benefícios, favorecendo alguns andares do prédio metafórico, e martirizando outros, tudo devido ao que só pode ser chamado de incompetência administrativa. Mas a responsabilidade não é nossa. A infra-estrutura já estava pronta quando nós chegamos. Apesar de tentativas como a construção de grandes obras que afetam o clima e redistribuem as águas, há pouco que podemos fazer para alterar as regras do seu funcionamento.
Podemos, isto sim, é colaborar na manutenção da Terra. Todos os argumentos conservacionistas e ambientalistas teriam mais força se conseguissem nos convencer de que somos inquilinos no mundo. E que temos as mesmas obrigações de qualquer inquilino, inclusive a de prestar contas por cada arranhão no fim do contrato. A escatologia cristã deveria substituir o Salvador que virá pela segunda vez para nos julgar por um Proprietário que chegará para retomar seu imóvel. E o Juízo Final, por um cuidadoso inventário em que todos os estragos que fizemos no mundo seriam contabilizados e cobrados.
- Cadê a floresta que estava aqui? – perguntaria o Proprietário. – Valia uma fortuna.
E:
- Este rio não está como eu deixei...
E, depois de uma contagem minuciosa:
- Estão faltando cento e dezessete espécies.
A Humanidade poderia tentar negociar. Apontar as benfeitorias – monumentos, parques, áreas férteis onde outrora existiam desertos – para compensar a devastação. O Proprietário não se impressionaria.
- Para que eu quero o Taj Mahal? Sete Quedas era muito mais bonita.
- E a Catedral de Chartes? Fomos nós que construímos. Aumentou o valor do terreno em...
- Fiquem com todas as suas catedrais, represas, cidades e shoppings, quero o mundo como eu o entreguei.
Não precisamos de uma mentalidade ecológica. Precisamos de uma mentalidade de locatários. E do terror da indenização.

Criando a oportunidade de fazer mais!

Confesso que sou muito "influenciável" pelos livros que leio. É incrível, sempre que preciso dar uma "respirada nas idéias", ou "dar um tempo para a cabeça", eu saio de férias! Escolho ser observador de uma nova vida, um novo lugar, diferentes realidades e pessoas. De repente tudo muda.

E não precisa ser nenhum romance consagrado, não. Gosto de livros baseados em fatos reais, semi ou autobiográficos. Só tem um detalhe importante: tem que ter final feliz!

Calma! Deixa eu explicar: ser observador tem seu charme, mas sempre quero sair dessa minha "viagem" com alguma coisa, algo novo, uma aprendizagem, uma idéia ou inspiração.

Foi assim que escolhi, recentemente, ler o livro "Sai da Microsoft para mudar o Mundo", de John Wood. O objetivo era o de ver a vida através dos olhos (ou das linhas escritas) de um cara que largou mão de um excelente cargo numa das maiores empresas de tecnologia do mundo para tocar um projeto pessoal, um "sonho".

Vejo muito disso acontecer todos os dias, na minha própria realidade. Amigos, parceiros e conhecidos que se dizem "cansados" e querem fazer algo diferente. Daí saem ONGs, vídeo locadoras e até bares!

Mas o que eu percebi na história real de John Wood foi que mesmo deixando a "loucura" de ser executivo da Microsoft para trás ele continuou com uma vida frenética no projeto da Room to Read (ONG criada para construir escolas e bibliotecas em países em desenvolvimento). Ainda haviam as longas viagens (só que agora na classe econômica), as noites mal dormidas e a constante busca por doadores (como clientes para qualquer outra empresa).

Qual a lição? Bem, talvez ele não quisesse se livrar da "loucura", mas apenas dar um significado de maior impacto para ela!

Gosto de pensar na AtoCorp como uma empresa diferente. A gente tenta pensar tudo de maneira lúdica e apreciativa, 100% do tempo. Nem sempre é possível. Ainda há metas, indicadores de qualidade e critérios que precisam ser respeitados e perseguidos. Mas a gente procura sempre se divertir!

Influenciado, ou talvez inspirado, pela vida de John, decidi provocar minha equipe para fazer algo diferente, sem sair do nosso foco, sem deixar de lado nosso core business. Talvez até algo que se alinhe muito bem à nossa cultura e método de trabalho. Mas algo que trará ainda mais prazer em trabalhar nessa companhia.

Vamos transformar nosso presente de final de ano numa espécie de campanha para contribuir com a educação e cultura de crianças órfãs, ou em risco social. Despretenciosamente, sem muita burocracia, apenas uma arrecadação simples, a compra de alguns materiais escolares e livros de literatura.

Estamos apenas no começo, mas já percebi a alegria e nova motivação da equipe, apenas por saber que sem sair do trabalho é possível fazer algo diferente, novo e tão gratificante... uma oportunidade de fazer mais!!!

Todos deveriam tentar e se deixar surpreender pelo que podem construir.

Seu trabalho pode se tornar um lugar em que vale a pena investir, por você e por outros seres humanos...

Aquilo que nos torna melhores...

"A maior recompensa para o trabalho de uma pessoa não é o que ela recebe por ele, mas o que ela se torna através dele”. (John Ruskin)

Desde a última postagem que fiz aqui no blog, a AtoCorp tem passado por novos desafios, diariamente. E o que mais me chama atenção é a paixão com que as pessoas têm enfrentado, ou seria se "deliciado", com cada um dos novos trabalhos.

Nessa reta final para nossos três anos, a equipe tem mostrado que a frase de John Ruskin é muito mais do que uma regra, mas uma dica profissional. Como em nossos workshops sobre o método das Intervenções Lúdico-Apreciativas sempre falamos que mais do que um novo modelo de abordagem para diferentes conteúdos, nosso trabalho nos mostra uma nova forma de viver e serelacionar: a forma apreciativa e lúdica.

E o que é "apreciar"!? Simplesmente, trata-se de dar valor às coisas, experiências, pessoas e tudo o mais que compõe nossas vidas, tanto no trabalho, quanto no cotidiano social e familiar.

Na AtoCorp nós levamos isso muito a sério (quer dizer, sério mesmo nós levamos só o trabalho!!! - risos). A oportunidade que nossa equipe tem nas mãos, agora, com o projeto da Electrolux, viajando diversas capitais, conhecendo pessoas e lugares diferentes, tem sido gratificante! Não apenas pelos lugares, como tocou para Mayara (Assistente de Operações) conhecer São Paulo e o Rio de Janeiro (sem falar que ela ainda vai para Fortaleza), mas pelas pessoas com quem estamos trabalhando e para quem somos Facilitadores num novo momento de mudança e construção.

Sabemos que é nosso trabalho, que somos remunerados por isso e que, por este motivo, já temos a missão de dar o nosso melhor. Mas existe algo a mais, um motivo maior para nos doarmos, algo que não está em nosso contrato com o cliete... É o que aprendemos, a experiência de passar a fazer parte da vida dessas pessoas, de seus sonhos, desafios e vitórias!

 

No meio das intervenções, quando falamos sobre motivação ou de gostar do que se faz, costumo brincar com os participantes, apontando para nosso figurino (para os que não sabem os facilitadores assumem personagens para as intervenções, ou vocês achavam mesmo que eu uso as roupas das fotos no dia a dia!? - risos) e dizendo: "acreditem, ainda nos pagam para a gente se divertir dessa maneira com vocês!!!".

 

Desta forma, procuramos mostrar que todo o trabalho tem seu lado lúdico, construtivo, e que isso pode nos tornar pessoas melhores. Ma não apenas na AtoCorp, onde lidamos com o lúdico todos os dias! Isso pode ser uma realidade para outros profissionais, basta descobrir no que seu trabalho pode contribuir para você ser uma pessoa melhor.

E sobre as pessoas... Nossa! Eu adoro gente. Todas as expeiências, todas as histórias, todo o potencial inexplorado. Quer uma dica!? Escute as pessoas que você conhecer a partir de hoje mesmo! Você pode se surpreender com o que vai aprender, apenas ouvindo.

Última dica (regra máxima de nossa companhia)! Quando viajar a trabalho para outras cidades ou regiões e for sair para jantar, por exemplo, não importa quantas quadras você precise andar para encontrar, mas vá num lugar inusitado, veja a decoração que mais lhe chamar a atenção pela diversidade, peça o prato cujo nome você sequer consiga pronunciar e aproveite para conhecer a história do lugar e das pessoas que dão vida a ele. Deixe-se surprender pela diversidade, e aprecie a vida que compartilhamos, inclusive, no trabalho!!!